Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

Lisboa com suas casas de mil cores...


Torres das Amoreiras - Lisboa

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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Cidade sem carros


No centro antigo de Veneza não há automóveis nem estradas. Toda e qualquer forma de transporte é feito recorrendo a transporte aquático ou a pé. Veneza é a maior zona urbana da Europa sem automóveis.

A embarcação tradicional de Veneza é a gôndola, embora hoje em dia seja essencialmente utilizada por turistas, em casamentos, funerais ou outras cerimónias. As únicas gôndolas ainda em uso comum são os traghetti, ferries para peões que pretendam atravessar o Grande Canal onde não existam pontes.




Tradicionalmente são de um preto brilhante e diz-se que a sua forma se inspira na cornucópia, um símbolo de fortuna e abundância. Os seis dentes da proa referem-se aos bairros (sestieri) em que está dividida a cidade (San Marco, Castello, Cannaregio, Santa Croce, San Polo e Dorsoduro) e o dente que aponta à popa representa a ilha de Giudecca, a mais próxima de Veneza.




A maioria dos habitantes utilizam “autocarros” aquáticos, os Vaporetti (vaporetto no singular).




Os táxis são barcos a motor.




A polícia faz as patrulhas de barco.




Os bombeiros circulam de lancha.




As ambulâncias são barcos.




O correio é distribuído por barcos.




Os alimentos e cargas pesadas chegam de barco!...





Terça-feira, 6 de Julho de 2010

Ponte de Rialto


Em Veneza circulou-se durante séculos por pontes de madeira.
Em 1524 decidiu-se construir uma das primeiras grandes pontes de pedra.
A obra foi entregue a António da Ponte, só se iniciou em 1588 e foi concluída quatro anos depois.
É a Ponte de Rialto, sobre o Canal Grande, cujo arco tem 28 metros e se eleva a 7,5 metros de altura.


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