Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Terça-feira, 28 de Abril de 2009
Mestre José Malhoa
Nasceu nas Caldas da Rainha em 28 de Abril de 1855 e com apenas 12 anos entrou para a escola de Belas Artes. Em todos os anos ganhou o primeiro prémio, devido às suas enormes faculdades e qualidade artísticas.
Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro, designadamente em Madrid, Paris e Rio de Janeiro. Foi pioneiro do Naturalismo em Portugal, tendo integrado o Grupo do Leão.
Destacou-se também por ser um dos pintores portugueses que mais se aproximou da corrente artística Impressionista.
Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago. Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha.
Algumas das suas obras:
O Ateliê do Artista (1893/4) é um óleo sobre tela. A obra foi exposta no IV Salão do Grémio Artístico de 1894, sob o título "Antes da Sessão". Encontra-se actualmente conservada no Museu de Arte de São Paulo.

Os Bêbados ou Festejando o São Martinho foi criado em 1907. Pintura a óleo sobre tela, mede 150 cm de altura e 200 cm de largura.
O quadro está no Museu de José Malhoa das Caldas da Rainha.
O quadro está no Museu de José Malhoa das Caldas da Rainha.

O Fado foi criado em 1910. Pintura a óleo sobre tela, mede 150 cm de altura e 183 cm de largura.
O quadro está no Museu do Fado em Lisboa e é o mais conhecido do público.

Praia das Maçãs é uma criação de 1918, retratando a estância balnear do mesmo nome. Pintura a óleo sobre madeira, mede 69 cm de altura e 87 cm de largura.
O quadro está no Museu do Chiado de Lisboa.

Clara é um quadro de 1918. Trata-se de pintura a óleo sobre tela, mede 244 cm de altura e 134 cm de largura.
O quadro está no Museu do Chiado de Lisboa.
O quadro está no Museu do Chiado de Lisboa.

Outono data de 1919. Pintura a óleo sobre madeira, mede 46 cm de altura e 38 cm de largura.
O quadro está no Museu do Chiado de Lisboa.

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Domingo, 26 de Abril de 2009
Sábado, 25 de Abril de 2009
O meu País anseia Abril

Meu amor que eu não sei
Meu amor que eu não sei.
Amor que eu canto.
Amor que eu digo.
Teus braços são a flor do aloendro.
Meu amor por quem parto.
Por quem fico.
Por quem vivo.
Teus olhos são da cor do sofrimento
Amor-país.
Quero cantar-te. Como quem diz:
O nosso amor é sangue. É seiva. E sol. E primavera.
Amor intenso. Amor imenso. Amor instante.
O nosso amor é uma arma. E uma espera.
O nosso amor é um cavalo alucinante.
O nosso amor é um pássaro voando. Mas à toa.
Rasgando o céu azul-coragem de Lisboa,
Amor partindo. Amor sorrindo. Amor doendo.
O nosso amor é como a flor do aloendro.
Deixa-me soltar estas palavras amarradas
Para escrever com sangue o nome que inventei.
Romper. Ganhar a voz duma assentada.
Dizer de ti as coisas que eu não sei.
Amor. Amor. Amor. Amor de tudo ou nada.
Amor-verdade. Amor-cidade.
Amor-combate. Amor-abril.
Este amor de liberdade!
Joaquim Pessoa, Amor Combate
As amoras
O meu país sabe a amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.
Eugénio de Andrade, O Outro Nome da Terra
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Horóscopo das Flores
Nome científico: Hibiscus rosa-sinensis.
Significado: Beleza efémera.
Mensagem: Não deixes fugir a tua sorte.
HIBISCO (de 24/4 a 10/5 )
Semelhante a uma taça, a flor hibisco tem uma forma original e harmoniosa. Pode ser branca, rosada, amarela ou vermelha. As pessoas que nascem sob o signo de Hibisco são originais, abertas a novas experiências, organizadas e extremamente comprometidas com o aprimoramento pessoal.
Gostam de manter um convívio social amplo, são vaidosas e preocupam-se em obter o reconhecimento dos outros.

Gostam de manter um convívio social amplo, são vaidosas e preocupam-se em obter o reconhecimento dos outros.

O Hibisco
Cansado de servir de modelo
a uma legião de pintores,
transformou as anteras num pincel,
e na falta de guaches e de papel,
pincela com pólen amarelo
a cabeça dos beija-flores!
a uma legião de pintores,
transformou as anteras num pincel,
e na falta de guaches e de papel,
pincela com pólen amarelo
a cabeça dos beija-flores!
Jorge Sousa Braga, Herbário
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Aranha rolante
Os aracnídeos (do latim científico: Arachnida) são uma classe do filo dos artrópodes que inclui, dentre outros, aranhas, carrapatos, ácaros opiliões e escorpiões, compreendendo mais de 60.000 espécies. O nome desta classe tem origem na figura da mitologia grega Arachne. Quase todas as espécies são animais terrestres.
As aranhas distinguem-se dos insetos pelas seguintes características:
* têm quatro pares de pernas;
* não possuem asas ou antenas;
* têm o corpo dividido em duas partes: cefalotórax e abdómen;
* produzem uma seda ou teia.
Dados interessantes:
As teias de uma aranha são 5 vezes mais fortes do que o aço do mesmo diâmetro; podem esticar 4 vezes mais do que o seu comprimento inicial e resistem à água e a temperaturas até -45°C sem se romperem.
A aranha poderia morrer presa na sua própria teia, não fora as suas patas estarem equipadas com pêlos que não permitem que isso aconteça.
Embora existam 35.000 espécies de aranhas, alguns estudiosos calculam até 100.000 espécies de aranhas.
Essas 35.000 espécies são divididas em mais de 100 famílias, sendo que apenas 20 a 30 espécies são consideradas perigosas para o homem. (Fonte: Wikipédia)
Não sendo grande admiradora destes bichinhos, não deixo de achar muito interessante o facto de a aranha rolante, Araneus Rota, do deserto do Saara, ser uma aranha muito "sui generis", pois utiliza uma curiosa forma de locomoção quando necessita de fugir dos seus predadores: esticando as pernas, aproveita as inclinações das dunas para “rolar”, conseguindo alcançar velocidades de mais de 6km/h, uma rapidez considerável para uma criatura deste tamanho.
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Domingo, 19 de Abril de 2009
Natureza surpreendente
Veja este vídeo do Macropinna microstoma narrado por Bruce Robison (legendado em português).
Os cientistas do Instituto de Investigação do Aquário da Baía de Monterey (Califórnia, EUA) conseguiram resolver um mistério já com meio século: o do Macropinna microstoma, um peixe de olhos tubulares localizados dentro de uma cabeça transparente, que vive em zonas profundas. O peixe foi descrito pela primeira vez em 1939. Sabia-se que os seus olhos eram eficazes a captar luz, mas pensava-se que estavam fixos, o que lhe permitiria apenas ter uma visão tubular, dirigida para cima.
Os cientistas Bruce Robison e Kim Reisenbichler anunciaram a 23 de Fevereiro de 2009 a descoberta, a partir de imagens recolhidas por um robot submarino operado remotamente: estes olhos conseguem rodar dentro de um escudo transparente cheio de fluido que cobre a cabeça do peixe, fazendo-a parecer o cockpit iluminado de um avião. Assim, o peixe pode olhar para cima, procurando presas, mas também em frente, para ver aquilo que está a comer. As saliências por cima na boca são órgãos olfactivos, semelhantes às narinas humanas.
Esta espécie é um dos exemplos da forma extraordinária como os peixes das profundezas se adaptam à escuridão do seu ambiente. Tal como outros, usam os olhos tubulares para detectar as silhuetas difusas das presas que lhes passam por cima. Apesar da sua capacidade de captar luz, têm um campo de visão estreito. Se os peixes vissem apenas para cima, com as suas bocas pequenas e pontiagudas seria difícil capturarem as presas. Os espécimes que tinham chegado à superfície até agora tinham a delicada estrutura protectora da cabeça destruída, pelo que as imagens que se tinha até ao momento não permitiam vê-la nem perceber o seu modo de funcionamento.
O Macropinna microstoma vive a profundidades de 600 a 800 metros. Consegue manter-se praticamente imóvel na água, e movimenta-se de forma muito precisa. Alimenta-se de vários animais pequenos, mas também de alforrecas. Os cientistas pensam que, ao detectar a bioluminescência destas presas acima da sua cabeça, o peixe se move na vertical para depois as capturar. (Fonte: Sapo)
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Sábado, 18 de Abril de 2009
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009
Originalidades
No Domingo de Páscoa fui almoçar a Lousal, onde se situam as ex-minas de pirites do Alentejo.
Adaptadas as instalações do Armazém Central a um restaurante, aí se confeccionam pratos típicos alentejanos que são um regalo de sabor acompanhados, ao Sábado e Domingo, por cantares da região.
No regresso, ao virar de uma curva, deparei-me com este jardim algo insólito, em que várias sanitas, pintadas da mesma cor, me fizeram lembrar a máxima de Lavoisier: "Na Natureza nada se cria e nada se perde; tudo se transforma".
Só é preciso um pouco de "engenho e arte".

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Terça-feira, 14 de Abril de 2009
Two to Tango
Jorge Moreno era uma estrela de tango dos anos 20. Vítima de um trágico acidente, acabou por perder o movimento das pernas e, com isso, a capacidade de dançar. Agora vive da lembrança dos gloriosos dias de fama, das luzes da ribalta, dos aplausos do público. E esta limitação faz com que a tristeza contagie também aqueles que mais ama, ainda que a pessoa que está ao seu lado o ampare, nos seus braços.
Uma história de trágica beleza, sensualidade, paixão e melancolia.
Produzida em 2005, a criação da animação 3D francesa é do trio François-Xavier Goby, Matthieu Landour e Edouard Jouret e foi exibida nos principais festivais da América do Sul e Europa: no AnimaMundi (o maior Festival de Animação da América Latina) e no Annecy (Festival Internacional de Animação em França).
Animação exímia nos detalhes, na utilização das luzes e dos reflexos (que resultam em velhas fotos monocromáticas com apontamentos de cores), nos subtis movimentos de câmara, na recriação dos cenários art nouveau, na forma como os personagens conseguem transmitir as suas emoções. Autêntico e apaixonado - como o tango.
A ideia do guião surgiu numa noite em Buenos Aires, quando um dos autores conheceu um argentino com oitenta anos, aficcionado do tango, e que lhe confidenciou: “Sabes que tive mais de 3000 mulheres na minha vida? Sim, sim, é verdade - tive mais de 3000 porque de cada vez que dancei o tango com uma mulher… apaixonei-me.”
Quiero mirar hacia Dios,
aunque me muerda el dolor,
aunque me cueste morir.
Música: En tus brazos, Carlos Zárate e El Huracán, Edgardo Donato e Osvaldo Donato (Fonte: desconhecida)
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Sábado, 11 de Abril de 2009
Sexta-feira, 10 de Abril de 2009
Lenda da Noite de S. Silvestre - Madeira

Esta lenda assegura que há muitos, muitos anos existia no oceano Atlântico uma ilha fabulosa, a Atlântida, e nela vivia a civilização mais maravilhosa de sempre.
Os seus habitantes, que Platão dizia descenderem dos amores do deus Poseidon com a mortal Clito, tornaram-se tão arrogantes que tiveram um dia a pretensão de conquistar todo o mundo, ousando mesmo o seu rei desafiar os céus.
Foi então que ouviu a voz do Deus verdadeiro dizer-lhe que nada poderia contra o poder divino. Mas o teimoso rei voltou a desafiá-lo e decidiu conquistar Atenas. Durante a batalha o rei da Atlântida ouviu a voz de Deus dizer-lhe que a vitória seria de Atenas para castigar a sua arrogância e ingratidão. À derrota seguiram-se terríveis tempestades, terramotos e inundações que engoliram a bela Atlântida para todo o sempre.
Passaram-se muitas centenas de anos. Um dia, a Virgem Maria debruçava-se dos céus sobre o oceano, sentada numa nuvem, quando São Silvestre lhe veio falar.
Aquela era a última noite do ano e São Silvestre achava que deveria significar algo de diferente para os homens, ou seja, marcar uma fronteira entre o passado e o futuro, dando-lhes a possibilidade de se arrependerem dos seus erros e de terem esperança numa vida melhor. Nossa Senhora achou muito boa ideia e então confiou-lhe qual a razão porque estava a observar o mar com uma certa tristeza: lembrava-se da bela Atlântida que tinha sido afundada por Deus por causa dos erros e pecados dos seus habitantes.
Enquanto falava, Nossa Senhora deixava cair lágrimas de tristeza e misericórdia porque a humanidade, apesar do castigo, não se tinha emendado.
Emocionado, São Silvestre reparou que não eram apenas lágrimas que rolavam dos olhos da Senhora, mas também pérolas autênticas. Foi então que uma dessas lágrimas foi cair no local onde a extraordinária Atlântida tinha existido, nascendo a ilha da Madeira que ficou conhecida como a Pérola do Atlântico.
Dizem os antigos que durante muito tempo, na noite de S. Silvestre quando batiam as doze badaladas, surgia nos céus uma visão de luz e cores fantásticas que deixavam nos ares um perfume estonteante.
Com o passar dos anos essa visão desapareceu, mas o povo manteve-a nas famosas festas de fim de ano com um maravilhoso fogo de artifício a celebrar a Noite de S. Silvestre.
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Quinta-feira, 9 de Abril de 2009
Rola-turca

O canto trissilábico da rola-turca (tu-tutu-tu repetido) é hoje uma presença constante em muitas cidades, vilas e aldeias portuguesas. Este facto é surpreendente, se se tiver em conta que há apenas 20 anos a espécie era muito rara em Portugal.
A rola-turca ou rola-da-índia (Streptopelia decaocto) é uma das grandes colonizadoras do mundo das aves. A sua distribuição original restringia-se a regiões temperadas desde o sudeste da Europa até ao Japão. No entanto, no século XX, esta ave expandiu a sua distribuição ao longo da Europa. Chega a reproduzir-se em regiões como a Escandinávia e a norte do Círculo Polar Ártico. Terá chegado à península ibérica apenas em 1960 e a Portugal em 1974. De então para cá tem vindo a expandir-se e a multiplicar-se muito rapidamente. Hoje está presente em todas as zonas habitadas de norte a sul do país e é uma espécie bastante fácil de encontrar, excepto nas regiões montanhosas, onde não existe.
É uma ave residente, que pode ser observada durante todo o ano.Quando está pousada, esta rola de plumagem acastanhada distingue-se facilmente da rola-brava pela plumagem mais lisa e pelo meio-colar preto que apresenta na parte superior do pescoço. Em voo é visível uma grande quantidade de branco na cauda, como que formando uma larga barra.
Pode confundir-se com a “rola-mansa”, da qual se distingue pelo maior tamanho (comprimento 30-32 cm) e pelo seu canto tão característico.
Constrói o ninho numa plataforma de raminhos, em árvores. Faz até 5 posturas por ano, pondo 2 ovos que demoram 13 dias a eclodir e os filhotes começam a comer sozinhos a partir das 3 semanas de vida. (Fonte: Wikipédia)
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
Terça-feira, 7 de Abril de 2009
O Algarve da Serra
Vista parcial de Monchique - Portimão - Algarve

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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Lenda das Sete Cidades - Açores

Conta a lenda que o arquipélago dos Açores é o que hoje resta de uma ilha maravilhosa e estranha onde vivia um rei possuidor de um grande tesouro e uma imensa tristeza por não ter um filho que lhe sucedesse no trono.
Esta dor tornava-o amargo com a sua rainha estéril e cruel com o seu povo.
Mas uma noite perante os seus olhos desceu uma estrela muito brilhante dos céus que aos poucos se foi materializando numa mulher de beleza irreal envolta em luz prateada.
Com uma voz que mais parecia música essa mulher prometeu-lhe uma filha bela como o sol sob a condição que o rei expiasse a sua crueldade e injustiça através da paciência.
O rei teria que construir um palácio rodeado por sete cidades cercadas por muralhas de bronze que ninguém poderia transpor. A princesinha ficaria aí guardada durante trinta anos longe dos olhos e do carinho do rei.
O rei aceitou o desafio. Decorreram 28 anos e com eles cresceram a impaciência e o sofrimento do rei, que um dia não aguentou mais.
Apesar de ter sido avisado que morreria e que o seu reino seria destruído, o rei dirigiu-se às muralhas, desembainhou a espada e nelas descarregou a sua fúria.
A terra estremeceu num ruído terrível e das suas entranhas saíram línguas de fogo, enquanto que o mar se levantou sobre a terra e a engoliu.
Restaram apenas as nove ilhas dos Açores e o palácio da princesa, transformado agora na Lagoa das Sete Cidades, dividida em duas lagoas: uma verde como o vestido da princesa e a outra azul da cor dos seus sapatos. (in site “Lendas de Portugal” / Cidade de Lisboa)
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Domingo, 5 de Abril de 2009
Sábado, 4 de Abril de 2009
Gatinho persa?
"A pedido de várias famílias", volto a publicar esta fotografia do céu, mas desta vez sem interferências de árvores... rsrs

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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009
Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
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